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Home » Blog da Casa » Qualidade de vida na terceira idade

08 de janeiro, 2015/ 0 comentários / 1575 visitas

Em cada fase da vida, as mudanças de hábitos alimentares se diferenciam e ganham mais importância e cuidado, principalmente na terceira idade, quando existe a real preocupação em prevenir problemas frequentes, como as doenças cardiovasculares.

Dados do IBGE mostram que, no ano de 2030, o Brasil terá a sexta população mundial em número de idosos, fato que deve influenciar a vida de muitos brasileiros nos próximos anos.

Além da mudança dos hábitos alimentares, o idoso deve ter uma atenção voltada para a prática de exercícios físicos. Ambos, se orientados por profissionais capacitados, podem promover grandes benefícios, como melhoria da forma física, menor nível de stress e grande capacidade de atenuação de eventos cardíacos.

A nutricionista e pós-graduanda em Nutrição Clínica, Funcional e Estética, Hivana Mouta, alerta que podem ocorrer várias mudanças na terceira idade, pois se trata de uma fase da vida marcada por alterações fisiológicas e anatômicas do envelhecimento, que repercutem diretamente na saúde e nutrição do idoso.

Uma boa hidratação, o consumo diários de fibras, cálcio, proteínas, vitaminas, principalmente do complexo D, são essenciais para essa faixa etária. “Nesses casos, o idoso também deve procurar auxílio de profissionais capacitados, onde encontrarão informações de uma alimentação correta e individualizada”, disse a nutricionista.

A reeducação alimentar foi essencial para a saúde do escrivão João Santello, 55 anos. Segundo sua filha, a nutricionista Juliana Santello, seu pai teve problemas para controlar o excesso de peso. “O início foi difícil, ele se alimentava de forma errada, mas aprendeu a fazer isso corretamente. Hoje tem uma vida diferente, começou a fazer atividade física. E, em um ano, perdeu 50kgs”.

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Quando se fala em qualidade de vida, todos os aspectos são relevantes, mas, segundo o professor e educador físico Hallan Lopes, a atenção deve ser redobrada, afinal, os exercícios físicos e uma boa alimentação não garantem completamente que o indivíduo não possa desenvolver alguma doença.

“Tomando todas essas medidas e mudando hábitos de vida, tardamos o aparecimento de doenças ou atenuamos seus efeitos e complicações”, acrescentou.

Além disso, toda mudança deve ser gradativa e em longo prazo. Em relação aos exercícios físicos, o educador físico Hallan aconselha realizar algum tipo de exercícios contra resistência, como a musculação. Duas a três vezes na semana pelo menos.

“É aconselhável ingressar em atividades como caminhar, nadar, correr e até mesmo meditar. Tudo deve ser realizado após avaliação médica e acompanhamento de profissionais”, finalizou

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